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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A febre do Pokemon finalmente chegou no Brasil!

O jogo tão esperado no Brasil chegou na quarta-feira 03/08/2016,ontem mais preciso!
O Pokémon Go já está disponível nas lojas de aplicativos App Store e Google Play e as pessoas vão poder sair pelas ruas com o olhar fixo na tela do smartphone à procura de pokémons. 
A japonesa Nintendo anunciou o jogo em setembro de 2015. Não faz tanto tempo assim, embora isso seja uma eternidade no mundo digital. Principalmente quando a notícia começa com uma frase tão apelativa: “Já imaginou Pokémon no mundo real?”

 Desenvolvido pela Niantic, o game requer que o usuário ande pela sua cidade para encontrar os monstrinhos. Eles são visualizados por meio da câmera, utilizando a tecnologia chamada realidade aumentada.
O jogo se tornou uma febre nos países em que foi lançado e provocou correrias em parques, assaltos e até uma polêmica com o museu do Holocausto.
Afinal, ninguém se esquece da campanha do Guaraná Antártica em 2000, na virada do milênio, quando as garrafinhas – apesar de pouco saudáveis – lotaram as lancheiras decrianças de todo o país.
Os fãs foram caçar pokémons na Casa Branca, pegaram um caiaque para batalhar em um ginásio encravado no meio da baía de Wellington, na Nova Zelândia, e bateram na porta da sede da gangue de motoqueiros Hells Angels. Um deles aproveitou até o parto da esposa para faturar um inesquecível Pidgey, como você pode ver na lista feita pela GALILEU.
Outros, segundo as notícias mais recentes, estão dando nomes de Pokémon aos filhos. O número de recém-nascidos chamados Roselia, Onyx e até Eevee está aumentando vertiginosamente segundo o último relatório do BabyCenter, que, entre outras coisas, mantém uma lista detalhada dos registros de bebês nos EUA.
A ideia é tão boa que o número de downloads doaplicativo já superou o Tinder. Ao que tudo indica, porém, ninguém desistiu de procurar ummozão para caçar Pokemóns: acontece que o jogo, por ironia, promoveu a socialização e o contato com o mundo que há fora da tela,ajudando inclusive quem sofre de depressão.
Ao contrário de todos os outros (incontáveis) jogos da série já lançados – Pokémon, afinal, nasceu noGame Boy –, no GO não são os monstrinhos em si que ganham habilidades e aumentam de nível com o passar do tempo, mas o próprio jogador. Conforme a barrinha de XP do treinador – no caso, você –, aumenta, se torna mais fácil tanto encontrar Pokémons mais raros e melhores quanto ganhar itens que facilitem as capturas futuras.
Espero que todos se divirtam ,e principalmente com atenção não colocando sua vida em risco!!!

http://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/2016/08/tudo-que-voce-precisa-saber-para-comecar-jogar-pokemon-go.html

terça-feira, 1 de abril de 2014

Torre Eiffel completa 125 anos sem festa e em reforma


Celebração será no segundo semestre, quando revitalização terminar.Primeiro andar vai receber plataforma de vidro, além de novas lojas.

A Torre Eiffel, símbolo de Paris desde a inauguração da Exposição Universal de 1889, completa 125 anos nesta segunda-feira (31). Em reforma, ela só recuperará seu aspecto habitual no segundo semestre.
A reforma, que começou em 2008 e mantém fora de serviço dois de seus três elevadores, é o motivo principal da empresa que explora e administra o monumento para justificar a ausência de celebrações em função da data.
A reabertura total da estrutura de 330 metros de altura terminará "em meados de setembro ou outubro", e será então que, conforme disse uma porta-voz da empresa administradora, haverá festejos.
Plataforma de vidro
Por trás desta remodelação está a necessidade de "modernizar" o monumento, concretamente seu primeiro andar, que, apesar de ser o maior dos três, com 5 mil metros quadrados, é o que menos turistas atrai.
Em busca de torná-lo mais atrativo, grande parte de sua superfície -- situada a 54 metros de altura -- será transformada em uma plataforma de vidro que dará ao visitante a "sensação de estar flutuando".
O arquiteto argelino Alain Moatti, pai da ideia, previu além disso cercar o andar com painéis inclinados, também transparentes, para aumentar a sensação de estar suspenso sobre a cidade.
Com a nova configuração, Moatti pretende mostrar de perto as estruturas da torre, até agora ocultas.
Além da plataforma de vidro, foram realizadas reformas nos diferentes restaurantes, lojas e salas de conferências que ocupam este espaço.
Torre Eiffel (Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters)A torre iluminada (Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters)
Símbolo polêmico
A torre foi inaugurada em 31 de março de 1889 às 13h30, quando o arquiteto Gustave Eiffel chegou ao degrau de número 1.710, que separa o nível térreo do terceiro andar, e içou a bandeira da França.
Ele a concebeu como uma atração provisória para a Exposição Universal que deveria ser destruída 20 anos mais tarde, mas a antena de rádio colocada pelas forças armadas em seu ponto mais alto a salvou de ser desmontada.
Formada por 18.038 peças metálicas, ligadas por dois milhões e meio de parafusos, a torre e suas 10.100 toneladas de ferro suportam também o peso das camadas de pintura anteriores, calculado em 250 toneladas.
O monumento foi alvo de grande polêmica durante seus mais de dois anos de construção, com furiosas críticas por parte de alguns intelectuais, que se referiram a ela como uma "desonra" para Paris.
O ceticismo, no entanto, deu em pouco tempo lugar ao entusiasmo, e o monumento contou, após sua inauguração, com o carinho dos parisienses.
Sua altura, que lhe permite ser apreciada de qualquer ponto da cidade, a transformou em um símbolo que ajudou a fortalecer o prestígio internacional de Paris.
Localizada aos pés do Sena, a torre oferece uma vista excepcional e desfrutada por uma média de 7 milhões de turistas por ano, o que a torna a quarta atração turística mais visitada da cidade, atrás da catedral de Notre-Dame, a Basílica de Sacré Coeur e o Museu do Louvre.
http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2014/03/torre-eiffel-completa-125-anos-sem-festa-e-em-reforma.html

segunda-feira, 31 de março de 2014

MEC usa tecnologia da Amazon para distribução de livros didáticos

                                                  crédito Chico Peixoto

Intenção é distribuir mais de 200 livros didáticos, via internet, para centenas de milhares de professores do ensino médio
A Amazon anunciou nesta terça-feira, 18/3, que sua tecnologia Whispercast foi escolhida pelo Ministério da Educação (MEC) para um projeto piloto do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) usando a internet e os tablets distribuídos para professores do ensino médio. A ideia é modelar um novo canal de distribuição mais ágil para os livros didáticos adquiridos pelo FNDE junto às editoras. Mais de 200 títulos de livros didáticos, de disciplinas variadas, foram digitalizados e estão sendo disponibilizados para download no app da Amazon para a plataforma Android.
Os professores que utilizam o aplicativo gratuito de leitura Kindle conseguem ler, destacar, fazer anotações e utilizar o dicionário diretamente nos livros didáticos, mesmo quando os tablets não estão conectados à Internet. Até o momento, mais de 40 milhões de eTextbooks foram entregues.
O FNDE e a Amazon vêm trabalhando juntos desde meados de 2013, depois que o governo brasileiro adquiriu mais de 460 mil tablets para professores do ensino médio. Através da tecnologia Whispercast o FNDE pode gerenciar o seu catálogo de eTextbooks (Livros Didáticos Digitais), criar as contas dos professores e montar grupos de acordo com a disciplina e a série de modo que os professores só tenham acesso aos livros necessários ao conteúdo programático de cada um. Consegue inclusive saber quem fez ou deixou de fazer o download de determinado livro.
Um diferencial importante no Brasil em relação aos Estados Unidos, onde as escolas usam a plataforma Whispercast para acessar livros estáticos (em PDF e etc) em sua grande maioria, aqui a Amazon converteu os 200 títulos para o formato Kindle e comprimiu esses livros para facilitar o download. A compressão garante que os professores consigam um rápido download mesmo em locais onde a conexão internet não é de boa qualidade. E a conversão no formato Kindle, que eles tenham acesso a recursos como aumento de letra, marcação, etc.
Como funciona
Ao baixarem o app do Kindle e se cadastrarem com as credenciais fornecidas pelo FNDE, os professores já encontram pré-carregados em suas contas os livros que devem usar.  Após o download do livro para o app, os professores podem não só ler, como destacar conteúdos relevantes, fazer anotações e utilizar o dicionário diretamente nos livros didáticos, mesmo com os tablets desconectados da Internet.
"Trabalhando com o FNDE, a Amazon reforçou o Whispercast, que tem sido usado por milhares de escolas nos Estados Unidos, para atender as necessidades dos professores e administradores no Brasil", disse Alex Szapiro, Country Manager da Amazon no Brasil.  “Esperamos trabalhar com o FNDE para alcançar alunos e professores em todas as séries, com o objetivo de contribuir para a melhora da educação no país”, disse o executivo, otimista com o futuro da iniciativa.
Contexto
O plano do MEC é o de que todos os professores da rede pública tenham o próprio tablet. A distribuição começou em 2013 com os professores do ensino médio. Neles o educador tem acesso a conteúdos específicos, cujo objetivo é tornar as aulas mais atraentes. E, nos últimos meses, passou a ter acesso também aos livros didáticos. Este ano, o ministério pretende distribuir tablets também para professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas. Ainda não há previsão de quantos professores do ensino fundamental serão contemplados.
Lá fora, a tecnologia Whispercast oferece um único ponto de acesso para fácil compra e distribuição de livros e documentos em formato Kindle para programas educacionais nos e-readers Kindle, tablets Kindle Fire e aplicativos gratuitos de leitura Kindle para iPad, iPhone, celulares e tablets Android, PCs e Macs. E dá a professores e educadores acesso a milhões de livros Kindle, incluindo eTextbooks, livros populares e clássicos gratuitos, que podem facilmente comprar e distribuir para desenvolver programas educacionais por grupos de faixa etária e série. Whispercast também dá suporte para compra e distribuição de aplicativos da Amazon Appstore nos tablets Kindle Fire.

Publicado no IDGNOW

sábado, 29 de março de 2014

O desafio final da literatura jovem

"Divergente" é mais um filme de ação baseado numa saga juvenil, gênero que conquistou o mundo – e começa a entrar em decadência



ADIANTADA
A americana Veronica Roth (abaixo) assinou o contrato para adaptar a saga Divergente para o cinema antes da publicação do primeiro volume. O último volume, Convergente, sai agora no Brasil (Foto: Jaap Buitendijk)


Em 2010, Veronica Roth tinha 21 anos e cursava o último ano da faculdade de letras na Northwestern University, de Chicago, quando assinou um contrato milionário com a editora HarperCollins, para publicar e adaptar para o cinema um romance que  ela ainda escrevia. “Foi chocante”, afirma Veronica. “Eu disse: ‘Vocês querem fazer isso com este livro?’. Mas vocês não sabem nem mesmo como ele vai terminar!” Nem precisava. O que Veronica produzira durante um curso de escrita criativa bastava para o agente literário encaminhar com confiança os originais – e obter a resposta imediata de um mercado sedento por produtos daquele tipo, que logo ganhariam um nicho de sucesso garantido, a literatura adulta jovem (Young Adult, ou YA), destinada ao público de faixa etária entre 15 e 25 anos. Tratava-se do primeiro volume inacabado de uma trilogia que tinha tudo para se tornar um megassucesso literário e cinematográfico: uma história ambientada no futuro sobre uma jovem, Beatrice “Tris” Prior, que se rebela contra uma sociedade controladora e hiperorganizada.
O primeiro romance, Divergente, forneceu o título à saga adolescente futurista e agourenta. Ele chegou às livrarias americanas em abril de 2011, com direito a uma enorme campanha promocional. Na semana de lançamento, o livro atingiu o sexto lugar da lista de livros mais vendidos do jornal The New York Times e se manteve nas primeiras posições por seis meses. Era o auge do sucesso de outras “sagas adultas jovens”, como Crepúsculo (2006-2008), de Stephenie Meyer, e Jogos vorazes (2008), de Suzanne Collins. Veronica foi então comparada às duas autoras que vendiam milhões de exemplares com seus romances seriados – e no caso de Stephenie atraía milhões de fãs ao cinema, com a adaptação da saga Crepúsculo, que estreara três anos antes, em 2008. Jogos vorazes chegou aos cinemas em 2012. Ambos foram sucessos de bilheteria.
Foto: Annie I. Bang/AP
Foto: Annie I. Bang/AP
Veronica seguiu as pegadas das colegas mais velhas. O segundo e o terceiro volumes de Divergente – Insurgente e Convergente – viraram best-sellers nos Estados Unidos em 2012 e 2013, respectivamente. Boa parte do sucesso se deveu, segundo Veronica, às redes sociais e a centenas de blogs dedicados à saga espalhados pelo mundo – até no Brasil. A trilogia vendeu 10 milhões de exemplares nos Estados Unidos e foi lançada em 15 países. Os dois primeiros volumes atingiram 100 mil exemplares vendidos no Brasil. Agora, a saga estreia nos cinemas americanos, ao mesmo tempo que o último volume, Convergente (editora Rocco, 528 páginas, R$ 39,50, tradução de Lucas Petersen), sai em versão brasileira, com tiragem de 30 mil exemplares. O longa-metragem Divergente, dirigido por Neil Burger (de O ilusionista) e estrelado por Shailene Woodley (como Tris), está programado para entrar em cartaz no Brasil em 17 de abril.
O êxito da trilogia transformou Veronica em celebridade aos 25 anos. Ela nasceu em Nova York, cresceu em Hong Kong e na Alemanha e hoje mora em Chicago com o marido, o fotógrafo Nelson Fitch. Já não consegue andar pelas ruas. Sua presença é sempre notada, até porque é bonita e imponente com seu 1,82 metro de altura. Ela é a maior divulgadora da própria obra, pois mantém atualizados um blog, um Twitter e fan pages no Facebook. Ela prepara para julho um volume em e-book de contos em torno de Divergente, sob o ponto de vista do personagem Quatro, namorado de Tris. “No começo, achei difícil entregar minha obra para adaptação”, diz. “A partir do segundo volume, ela deixa de ser sua. Pertence ao leitor.”
O leitor se apossou facilmente do fenômeno. Para o estudante Claudio Silva do Carmo, de 16 anos, um dos responsáveis pelo blog e fã-clube Sagas Brasil, que abriga todos os tipos de séries de livros e filmes para jovens, o sucesso de Divergente se deve à base sólida dos fãs de fantasia, que começaram a gostar do gênero por causa da série Harry Potter, de J.K. Rowling. “Nosso objetivo é fugir do mundo real e nos transformarmos em mil mundos”, diz. “De bruxos, distópico ou qualquer outro onde possamos viver aventuras ou até mesmo nos emocionar.”
Divergente observa o modelo de estrelato iniciado com a série Harry Potter: a combinação de histórias seriadas, lançadas em vários volumes para alimentar a expectativa do público e, em seguida, repetir o ciclo no cinema, com direito a uma extensão e à participação das autoras como consultoras do filme. No caso de Harry Potter, os sete romances viraram oito filmes. Os leitores acostumados a acompanhar Potter logo abraçaram as sagas jovens. A tetralogia Crepúsculo foi filmada em cinco longas-metragens. A trilogia Jogos vorazes chegará a quatro partes no final de 2015. O mesmo deverá ocorrer com Divergente, embora Veronica não confirme: “Mesmo que estejam fazendo esse tipo de plano, fico na posição de espera para ver no que vai dar”.
Quanto ao conteúdo, as sagas jovens também são regidas pela repetição e saturação (leia no quadro abaixo). Segundo João Luis Ceccantini, especialista em literatura infantil e juvenil da Universidade Estadual Paulista (Unesp), as sagas começam bem para cair na monotonia. “O primeiro livro é mais interessante, depois os outros ficam repetitivos”, afirma. “O autor tem uma boa ideia, mas a indústria cultural quer estender o material ao máximo. Ao transformar a literatura numa fórmula, a qualidade acaba diluída.” Para Ceccantini, acontecem repetições flagrantes de saga para saga. “Todas as histórias têm narrativas lineares, seguem uma linguagem muito direta e fazem uso do personagem adolescente arquetípico – com tom heroico, mas também características transgressoras.”
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Esse tipo de trama busca envolver os adolescentes em desafios e dilemas típicos da idade: escolhas profissionais, iniciação sexual, atitudes a assumir diante da família e da vida nova na idade adulta. É diferente do romance juvenil às antigas, ingênuo e voltado para aventuras e lições rudimentares de moral. As sagas jovens abordam questões políticas e existenciais. É o caso de Tris Prior, de Divergente. Aos 16 anos, ela descobre num teste vocacional que não se enquadra em nenhuma das cinco facções em que a sociedade totalitária em que vive se divide: Abnegação, Amizade, Audácia, Erudição ou Franqueza. A divisão resultou de uma decisão governamental de eliminar a luta de classes. A única luta possível é das virtudes. Tris, como qualquer adolescente atual, se vê jogada ao mundo, tem de tomar decisões que marcarão sua vida, mesmo sem estar equipada para o desafio. Exatamente como Katniss Everdeen, de Jogos vorazes. A semelhança não passa de uma coincidência, segundo Veronica, já que ela diz que pensou em sua história sem considerar a de Suzanne Collins. “Se querem comparar com Jogos vorazes, tanto melhor, porque é uma história incrível”, afirma Veronica. “Mas não acredito que o fenômeno se repetirá com Divergente, já que Jogos vorazes era algo inesperado.”
As perspectivas de sucesso para Divergente no cinema são pouco otimistas. Os números das adaptações para o cinema dos últimos dois anos de romances jovens adultos mostram que a tendência é o esgotamento do gênero (leia no quadro abaixo). “A cobrança pelo sucesso é dolorosa e injusta”, disse a produtora Lucy Fisher à revistaEntertainment Weekly. “Recebemos ligações de colegas  que trabalham com material jovem adulto, que dizem: ‘É melhor vocês não ferrarem com a gente’. Se não fizermos sucesso, será terrível para o gênero, ainda que nossa pretensão seja apenas fazer um bom filme, que fuja dos lugares-comuns e das etiquetas”.
Divergente fornece material para a especulação sobre o fim do ciclo de sucesso da literatura jovem adulta. Talvez a saga seja o canto do cisne desse tipo de história. Os chavões que Divergente traz se repetiram tanto nos últimos tempos, que os fãs podem ver tudo como algo que nada tem a ver com eles: em vez do escapismo, a previsibilidade.
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Luís Antônio  Giron e Nina Finco, na Época