sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Enem 2015: como aumentar a capacidade cerebral na reta final de preparação

Confira algumas dicas para aumentar o seu desempenho mental e se preparar da melhor forma para a prova.



Com a data do Enem 2015 se aproximando, é comum que muitos candidatos se sintam nervosos no momento da revisão final para as provas. Muitas vezes, essa sensação é provocada pelo medo de esquecer os conteúdos importantes no momento do exame, diminuindo a performance durante a avaliação. Por essa razão, é importante criar uma rotina organizada, incluindo nela hábitos saudáveis, ao mesmo tempo equilibrando estudos com as atividades de lazer.
Pensando nisso, separamos 4 atitudes para aumentar o desempenho cerebral antes do Enem, contribuindo para manter uma mente tranquila antes do exame. Confira abaixo:
1 - Beba água
É importante ter o hábito de manter o corpo hidratado, bebendo água constantemente. Por mais simples que pareça essa prática, alguns estudos afirmam que ela pode melhorar a capacidade de concentração e o desempenho mental, fazendo bem para o cérebro. Uma boa dica é ter sempre uma garrafa disponível, seja na escola, no trabalho ou na rua, procurando beber em torno de 2 litros por dia.
2 - Procure não forçar o cérebro
Certamente, você não terá o mesmo nível de produtividade durante todo o dia, pois ela costuma variar. Existem certos períodos em que você se sente mais cansado, com um rendimento menor. É importante não forçar o cérebro nesses momentos. Por exemplo, se você sente que é menos produtivo na parte da manhã, não é interessante revisar conteúdos com os quais a dificuldade é maior ou fazer leituras muito extensas. Ao invés disso, procure por atividades mais leves e curtas, como ler resumos da matéria que tem maior facilidade, por exemplo.
3 - Use a internet ao seu favor
A internet também costuma disponibilizar conteúdos muito interessantes sobre educação. Existem muitos sites que oferecem cursos online gratuitos, podcasts, livros em áudio e TED Talks, por exemplo. É interessante procurar usá-los, já que é possível encontrar neles conteúdos e dicas importantes para o Enem, além daquelas vistas em sala de aula ou no cursinho. Por isso, a rede virtual pode ser usada como um complemento para os estudos.
4 - Durma bem
Manter o sono regular é fundamental para ter um bom desempenho nas provas do Enem, já que interfere bastante na capacidade de concentração e memorização. Por isso, é importante dormir cerca de oito horas por dia, para que o corpo possa descansar o suficiente, permitindo que o seu estudo renda mais no dia seguinte. Além disso, também é interessante, se possível, separar um momento durante a tarde para tirar uma soneca. Isso porque, assim que acordar, você pode se sentir mais produtivo para dar continuidade nas suas revisões. Também é importante evitar permanecer conectado à internet na hora de dormir. Ao invés de mexer no celular, prefira atividades que acalmem os seus níveis de ansiedade, como ler um livro que gosta, por exemplo.


Publicado no Universia Brasil

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Autobiografia com lançamento para outubro do ano que vem promete sucesso!

Phil Collins vai lançar autobiografia em outubro de 2016

Phil Collins está planejando para o ano que vem o lançamento de uma autobiografia, a primeira em mais de 40 anos de carreira. “Várias vezes, ao longo dos últimos anos, me pediram para escrever uma biografia, mas achei que agora pode ser o momento certo”, comentou o ex-baterista do Genesis. “Tenho encontrado o editor-chefe da Penguin Random House e sinto-me pronto para escrever sobre minha vida na música, com todos os altos e baixos e todas as histórias, sob meu ponto de vista.” A Penguin é a mesma editora que publicou os livros de Morrissey – inclusive seu primeiro romance, List Of The Lost, recentemente massacrado pela crítica.
“É uma das coisas que somos loucos para ler”, comentou o editor Ben Dunn sobre a biografia de Collins. “O material prévio é simplesmente de tirar o fôlego.” Ainda sem nome, o livro deve ser lançado em outubro do ano que vem, em versão capa dura e também e-book.
As fãs de todo país vai poder saber mais sobre o seu ídolo e quem sabe algo que nunca foi revelado!




Publicado no Clic RBS

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Já aconteceu com você de ter que deixar um livro pra traz? !!!

Os livros que muito poucos conseguem terminar


Olá meus queridos,estive um pouco sumida por conta de minha filha que ganhou neném tive que dar apoio em tudo já sabe como é ,ainda cuidar de minha mãe ,duas casas praticamente .Ainda bem que graças a Deus tem mim dado saúde para aguentar o pique,mas apesar de tudo estou  de volta,até minhas leituras ficaram estacionadas,inclusive um livro que já tem meses que não consigo terminar de ler,além da falta de tempo,ta meio amarrado eu não quero abandonar vou terminar  se Deus quiser !!!
Pensando nisso eu resolvi com partilhar essa matéria com vocês.




No último festival literário de Cheltenham, o romancista britânico Nick Hornby encorajava as pessoas a queimar em uma fogueira os livros complicados. A não insistir nesse romance que se instala na mesinha de cabeceira como um parasita porque seu leitor é incapaz de lê-lo, mas não quer admitir sua derrota. “Cada vez que continuamos lendo sem vontade reforçamos a ideia de que ler é uma obrigação e ver televisão é um prazer”, afirmava, em um elogio da leitura como atividade hedonista.
Depois que Hornby expressou essa posição, muitos fóruns discutiram quais títulos são os mais indigestos, em mais uma versão do eterno debate sobre se as pessoas leem obras complicadas para poder dizer que as leram, não pelo prazer de lê-las. Alguns levam essa ideia longe demais. O romancista britânico Kingsley Amis disse em seus anos de maturidade que a partir de então, com pouco tempo de vida pela frente, só leria “romances que começam com a frase: ‘Escutou-se um disparo’”. Talvez o pai de Martin Amis tenha exagerado (as memórias de seu filho, nas quais tanto o ataca, têm quase 500 páginas), mas são muitos os que opinam que “a vida é muito curta para ler livros muito compridos”. Eis aqui uma lista de volumes que carregam o estigma (frequentemente injusto) de ser impossível terminar de ler.
1.- O Arco-Íris da Gravidade, de Thomas Pynchon
No episódio A Pequena Garota no “Big Ten”, da 13ª temporada de Os Simpsons, a pequena Lisa quer se fazer passar por estudante universitária. Em uma cena, bisbilhota o armário de uma estudante e descobre este grande romance. A conversa das duas é a seguinte: “Você está lendo O Arco-Íris da Gravidade?”, pergunta-lhe a pequena Simpson. “Bom, estou relendo”, responde a estudante. A brincadeira, e o fato de que apareça nessa série, resume até que ponto esse e outros romances do autor mais misterioso da literatura americana alcançaram o status de literatura ilegível. Não para todos, claro. É famoso o caso do professor George Lavine, que cancelou suas aulas para se recolher durante três longos meses de 1973 com o único objetivo de devorá-lo. Quando saiu de sua reclusão, afirmou que Pynchon era o melhor que havia acontecido para as letras americanas do século XX.
2.- Crime e Castigo, de Fiodor Dostoievski
Não adianta muito que se possa ler como um thriller psicológico e torturado que não se resolve até o último parágrafo. Talvez por seu título, que alguns consideram aplicável ao que representa sua escritura e sua leitura, poucos se atrevem a criticar os delírios de Raskolnikov, ou os abandonam na sexta manifestação de tormento.
3.- Guerra e Paz, de Leon Tolstói
Outro exemplo da literatura russa, que se costuma colocar neste tipo de lista com piadas como: “Lamentavelmente, não cheguei nem ao primeiro disparo da guerra”. Embora muitos o considerem uma leitura trepidante ambientada durante a invasão napoleônica da Mãe Rússia, eles prefeririam ver a versão cinematográfica. Carrega o estigma recorrente de que ler para os russos é complicado e mais cansativo que escalar algum pico dos Urais. Seu autor o escreveu convalescendo, depois de quebrar um braço ao cair de um cavalo. Alguns leitores declaram, neste tipo de debate, ter se sentido assim durante sua leitura.
4.- Orgulho e Preconceito, de Jane Austen
Outro romance que esconde pistas em seu título. Alguns leitores terminam de lê-lo pelo primeiro elemento, por orgulho, enquanto outros nem se aproximam dele por causa do segundo, por puro preconceito. É um festival de murmúrios e vaivéns românticos, inclusive cômicos, mas o leitor contemporâneo frequentemente se cansa das tensões sexuais que celebra, entretanto, nas comédias da televisão. Esse leitor pouco paciente não é o único. O gênio Mark Twain chegou a declarar: “Cada vez que leio Orgulho e Preconceito, tenho vontade de desenterrar [a autora] e golpeá-la no crânio com sua própria tíbia”.
5.- A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Tristram Shandy, de Laurence Sterne
Foi publicado por volumes durante oito anos. O autor morreu antes que se publicasse como romance; de fato, muitos especialistas consideram a obra inacabada depois de tantas páginas. O livro pretende ser a autobiografia do narrador, que se perde em digressões e rodeios infinitos e hilários, mas não adequados para todos os gostos. É uma peça fundamental da narrativa moderna e cômica, mas o fato de que o protagonista não nasça até o terceiro volume não ajuda muita gente a aguentar manter o livro nas mãos. Talvez prefiram a adaptação de Michael Winterbottom, embora seja uma adaptação pouco fiel, como não poderia deixar de ser.
6.- A Divina Comédia, de Dante
O poema escrito por Dante Alighieri no século XIV pertence ao grupo dos que talvez enganem o leitor desprevinido pelo título. Crucial na superação do pensamento medieval e ácido como um limão nos olhos graças aos comentários sobre sua época, foi até adaptado em um monólogo por Richard Pryor. No entanto, muitos ficam  na primeira parte (intitulada Inferno) ou não passam pela segunda, oPurgatório, e muito menos terminam a última, batizada de Paraíso.

7.- Moby Dick, de Herman Melville
Se o protagonista de outro relato deste autor, Bartleby, o Escrivão –esse advogado nova-iorquino entediado, entre outras coisas, com seu trabalho – diz aquilo de “Preferiria não fazer isso”, muitos leitores adotam essa frase quando encaram o romance definitivo de Melville. Não compartilham a obsessão cega do Capitão Ahab por caçar a baleia e se enjoam com a primeira tormenta em alto mar. Não estão sozinhos, apesar da legião de fãs que realmente vibram com o livro. Em uma recente reedição em castelhano desta obra, o autor do prólogo inclui uma saborosa curiosidade. O músico Moby (sim, aquele que faz canções que saem em oitenta anúncios) admite que, embora tenha adotado esse pseudônimo, jamais terminou de ler o romance porque lhe parece “muito longo”. Uma pista: esse músico calvo se chama, na verdade, Richard Melville. Seu tio-bisavô é o consagradíssimo autor.
8.- Paradiso, de José Lezama Lima
As mais de 600 páginas desta espécie de romance de aprendizagem, exuberante em sua prosa como uma árvore repleta de frutos, são um inferno para muitos leitores. Muitos resolvem abordar a formação do poeta José Cemí aconselhados por Julio Cortázar, um autor fundamental para muitos adolescentes, do qual tentam devorar todas suas pistas, mas a linguagem personalíssima e o longo alcance afugentam uma altíssima porcentagem do público de um dos principais romances em castelhano do século XX. É mais curioso ainda quando se sabe que o autor é cubano, já que os cubanos geralmente são pouco dados a introspecções. Na narrativa latino-americana, apesar do recente culto global a Roberto Bolaño, também se costuma brincar com 2.666, do escritor chileno, que não alcança esse número de páginas, mas tem mais de mil.
 9.- As Aventuras do Bom Soldado Svejk, de Jaroslav Hasek / Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes
O mesmo bufo de tédio e desinteresse nas salas de aula checas e espanholas. E o pior é que ambos são emitidos pela obrigação de ler dois dos romances mais divertidos e delirantes da história. Duas histórias pitorescas com dois anti-heróis absolutamente inesquecíveis que carregam o problema de ser o clássico mais aplaudido de ambos os países. Seu problema? Obrigar alunos imberbes com os feromônios disparados a mergulhar em suas numerosíssimas páginas para transformá-los em “um livro de La Mancha – ou de Praga – do qual não quero me lembrar”. No entanto, quando lidos mais tarde, são mais viciantes que um saquinho de pipocas ou que a série de TV com maior audiência.
10.- A Piada Infinita, de David Forster Wallace
 É curioso que um romance que trata, entre outras coisas, do vício e do colapso da cultura do entretenimento desanime tantas pessoas. Suas mais de mil páginas – centenas delas são notas de rodapé – o convertem em um dos livros pós-modernos fundamentais na história da literatura, mas também fazem com que muitos acreditem que seu depressivo autor, que acabou se suicidando, tenha escrito, efetivamente, uma espécie de piada infinita sem graça. Os leitores atuais traçam uma linha no chão e formam dois grupos: aquele dos que amam o livro e aquele dos que o odeiam.


Publicado no El País

quinta-feira, 23 de julho de 2015

John Green assina contrato com a Fox e vira produtor de cinema‏

                        john-green

O escritor John Green, autor dos livros “A Culpa É das Estrelas” e “Cidades de Papel”, adaptados com sucesso no cinema, assinou contrato com a 20th Century Fox, que dá ao estúdio prioridade na filmagem de qualquer obra que ele venha a lançar no futuro. A informação é do site da revista Variety.
O acordo também transforma o escritor americano em produtor associado de Wyck Godfrey e Marty Bowen em projetos da Temple Hill Entertainment, empresa que adaptou os livros de Green para o cinema, além de outros títulos de apelo juvenil, como a saga “Crepúsculo”.
Em associação com a Temple Hill, a Fox lançou Green no cinema com o bem-sucedido filme “A Culpa É das Estrelas”, que arrecadou mais de US$ 300 milhões em bilheteria mundial em 2014, e repetiu o feito com “Cidades de Papel”, que estreou em 9 de julho no Brasil e chega na sexta (24/7) nos EUA.
A iniciativa da Fox de manter a parceria se deve ao fato da próxima adaptação de Green, “Quem É Você, Alasca?”, ter sido negociada com a Paramount Pictures.        
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Marcel Plasse, no Pipoca Moderna

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Cursinho gratuito no Rio prepara travestis e transexuais para o Enem‏

Ótima iniciativa de alguns voluntários em ajudar travestis e transexuais para o Enem ,obtendo assim conhecimentos que também vai ajudar a se relacionar dentro da sociedade!

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Alunas do curso preparatório "Prepara, NEM" assistem aula em casa no centro do Rio
A aula é de sociologia e o assunto da vez é etnocentrismo. Reunidos em uma casa na Lapa, no centro do Rio de Janeiro, o professor e as alunas conversam sobre discriminação e contam histórias das próprias vidas. "Um dia desses o meu ex-marido, que é negro, estava falando comigo sobre o preconceito que ele sofre todos os dias só por causa da cor da pele dele. Aí eu falei que sempre ouvi que transexual só serve para trabalhar como prostituta ou cabeleireira", diz uma das estudantes.
Lara Lincoln Milanês Ricardo tem 29 anos e é uma das alunas mais empolgadas do "Prepara, NEM!", curso gratuito preparatório para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) direcionado para travestis, transexuais, transgêneros e outras pessoas em situação de vulnerabilidade social e preconceito de gênero, iniciado há um mês. Transexual, ela atua como profissional autônoma de estética e beleza e sonha em quebrar a barreira do preconceito e entrar na universidade para cursar direito.
"Estou muito esperançosa. É uma oportunidade única porque a expectativa para as pessoas trans é sempre a marginalidade e esse projeto veio justamente para mostrar o contrário", declara Lara, que conseguiu, com dificuldades, concluir o ensino médio.
Ela é exceção entre os alunos do "Prepara" --há um homem trans entre os matriculados. De acordo com um dos criadores do curso, o ativista Thiago Bassi, gestor do site de mapeamento da LGBTfobia "Tem Local", que apoia o projeto, a maioria dos 20 estudantes matriculados não tem o 2º grau completo. "Não acho que se faz inclusão no mercado de trabalho ensinando a ter postura ou a fazer maquiagem. Isso é um incentivo ao subemprego. Por isso nos dispusemos a prepará-los para o Enem", afirma Thiago.
Todos os professores e professoras do curso são voluntários. As aulas acontecem atualmente em quatro locais diferentes, todos no centro da cidade, entre eles dois sindicatos (de jornalistas e dos petroleiros). A ideia da ocupação de lugares diferentes foi da ativista Indianara Alves Siqueira, presidente do coletivo Transrevolução. O objetivo é fazer com que as pessoas se acostumem aos espaços e os espaços se acostumem a elas. "Fazemos um acolhimento para que essas pessoas se sintam pertencentes à sociedade que tanto as exclui", comenta Bassi.
O número de voluntários chega a 120 pessoas. O professor de sociologia Thales Santos, 27, que também trabalha em um colégio na Gávea, na zona sul do Rio, soube do projeto quando foi "marcado" por amigo em um evento no Facebook. "Na hora que eu vi a proposta, achei fantástica, maravilhosa, e quis participar", conta o professor.
"É claro que isso não é o ideal e que o melhor seria se elas estivessem em um cursinho, com todos os públicos, mas estamos esperando isso há muito tempo. É uma ação afirmativa para colocá-las na universidade", argumenta.
Luciana Vasconcelos, 36, é travesti e se prostitui desde os 17 anos. Natural de Belo Horizonte, chegou no Rio em dezembro para passar o réveillon na cidade e acabou ficando. A intenção era deixar a prostituição após quase duas décadas no ofício, mas não conseguiu emprego em outra área. "O mercado de trabalho fecha as portas para quem é travesti", diz Luciana, que mora em um abrigo da prefeitura e trabalha à noite na Lapa e em Copacabana.
Quando soube do "Prepara, NEM", viu no curso uma oportunidade de "resgatar a vida de cidadã normal". "Eu só estudei até o 1º ano do ensino médio. Na escola tradicional, as pessoas têm preconceito até de sentar do seu lado. Quero estudar agora para fazer um supletivo e procurar um emprego legal", conta Luciana.
Dificuldades
No dia em que a reportagem acompanhou as aulas, uma segunda-feira, havia cinco alunas no local. Segundo as próprias estudantes, os outros inscritos têm dificuldades financeiras para pagar as passagens e se deslocarem até os locais do curso.
Para tentar evitar a evasão, os voluntários do "Prepara" foram às ruas tentar arrecadar dinheiro. Venderam comida, buscaram apoio de uma ONG e conseguiram garantir algumas semanas de passagens para algumas alunas. No momento em que recebeu a primeira verba para o transporte, a cabeleireira e maquiadora Tyfany Stacy, 31, se dispôs a cortar cabelos no local da aula e reverter o valor pago pelo serviço para o curso.
Enem acontece nos dias 24 e 25 de outubro e nem todos os alunos do "Prepara" conseguiram se inscrever a tempo. Mas o objetivo do projeto é ir além do exame. "A ideia é que depois do Enem continuemos dando aula de idiomas e de computação básica, por exemplo. Não queremos parar por aqui", declara Thiago.
image2As aulas acontecem em quatro espaços no centro do Rio, entre eles uma casa alternativa ocupada por artistas

Publicado em UOL Educação

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Hoje é dia de Conto no Carina Pilar

Olá meu queridos vim divulgar o trabalho da parceira Patricia,e convidar a todos a conhecer  história e por que não também adquirir o seu!

                                            Cartas ao Amigo Invisível

            "A história de Pedrinho e seu amigo imaginário. Um mundo de fantasia que pode ir muito além da imaginação da mente criativa de uma criança."
Clique aqui ou na imagem para garantir o seu!

O conto estará gratuito ontem  e hoje. Seguindo as regras do concurso, ele é bem curtinho, bem fácil e rápido de ler!
Até a próxima!
Bjinssss!

Pratilheira pra todos que amamos livros, também tem que ter estilo e criatividade!

                                            3-15
Os livros vêm perdendo cada vez mais espaço para a tecnologia. Antes encontrados em prateleiras, eles vêm sendo substituídos por versões digitais.
Os eBooks permitem ter uma infinidade de exemplares diferentes em um só lugar. Ainda assim, há diversas pessoas que preferem manter a antiga tradição e folhear os modelos físicos encontrados em livrarias.
Para quem não abre mão deles, é sempre bom ter um lugar interessante para encontra-los com mais facilidade em casa. Normalmente as prateleiras resolvem esse “probleminha”.
Abaixo trouxemos 18 modelos criativos delas. Você vai poder ter sua própria biblioteca em casa, aguçando a curiosidade de seus filhos e de quem for lhe visitar!
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                                            3-41
                                                       3-51
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                                                 3-71
                                                 3-81
                                                  3-91
                                             3-101
                                3-111
                                           3-121
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Fica a dica ,espero que tenham apreciado!
Bjinsss!

Fonte: Diply