domingo, 17 de agosto de 2014

Uma estrela cadente?

Os números de venda do livro ‘A culpa é das estrelas’ caem nas últimas semanas, mas continua em primeiro lugar.
O livro mais vendido no ano até agora, 541.265 exemplares, está longe de ser alcançado, mas nas últimas semanas tem vendido menos. Nessa semana, A culpa é das estrelas (Intrínseca) vendeu 11.990 e continua em primeiro lugar na lista geral dos mais vendidos. Porém, o segundo lugar, Ansiedade: como enfrentar o mal do século (Saraiva) vendeu 9.366 exemplares, uma diferença de 2.624 exemplares. Apesar de ser uma diferença ainda grande, é uma das menores do ano, e bem pequena para um livro que já foi meteoro.
Na lista de negócios, De volta para o mosteiro (Sextante) trocou de lugar com seu irmão mais velho, O monge e o executivo (Sextante) e assumiu o primeiro lugar.
Outra lista que trouxe várias famílias foi a infantojunvenil. A série da escritora Kiera Cass, da Seguinte, colocou quatro livros na lista: A elite, A escolha, A seleção e Contos da Seleção. A Rocco Jovens Leitores também fez um almoço em família, com Insurgente, Convergente e Divergente.
Na lista de autoajuda, o destaque foi o livro O poder da coragem (gente) que ficou estreou em quinto lugar com 1.500 exemplares vendidos. Em não ficção, Getúlio 1945-1954 (Companhia das Letras) ficou em segundo lugar, com 2.150 exemplares vendidos.
No ranking das editoras, Intrínseca ficou em primeiro com 14, e Record e Sextante empatadas com 12. Companhia das Letras, ficou em terceiro, com oito. A cada semana chegando mais perto das “top 3”


 Cassia Carrenho, no PublishNews

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Estas 10 práticas vão deixar você mais inteligente

Seu cérebro é capaz de realizar muitas peripécias, mas você pode dar uma ajudinha

Quer ficar mais esperto, ter um rendimento melhor nos estudos e no trabalho? Sabia que é possível dar um empurrãozinho no funcionamento do seu cérebro? A revistaTime fez uma lista com pequenas atitudes que podem ajudar você a ser uma pessoa mais inteligente. Confira quais são essas atitudes a seguir e depois nos conte se já pratica alguma delas:
1 – Administração do seu tempo online
Você provavelmente já reparou que, de vez em quando, faz seu login no Facebook “só para dar uma olhadinha” e, de repente, lá se foram algumas horas diante da tela azul e branca. Não que você não possa se divertir com as redes sociais, mas aprender a administrar seu tempo na internet é uma grande coisa.
Você pode usar “o lado bom” da internet e se dedicar a aprender coisas novas, ver palestras do TED, tentar aprender uma nova língua, conhecer um novo país, aprender mais a respeito do corpo humano e por aí vai.
2 – Tome nota!
Você tem acesso a um número muito grande de informações todos os dias, por isso não adianta pensar que vai conseguir lembrar sempre o conteúdo daquela matéria do Mega Curioso que você acabou de ler e que achou incrível. Quando alguma coisa for realmente importante para você – por exemplo: se for algo que possa cair em umaprova –, o ideal é que você faça anotações para poder lembrar depois.
3 – Faça uma lista das coisas que você já fez
Ser confiante e feliz é sinal de inteligência, e uma boa forma de você se tornar confiante e satisfeito é se lembrar das coisas que já conquistou. Se sua meta era fazer academia e se você já está fazendo aulas de musculação há duas semanas, lembre-se disso. Idem para aquela conquista no trabalho, na faculdade, na escola. Isso vai fazer de você uma pessoa mais motivada.
4 – Jogue mais!

Os jogos mais recomendados para treinar seu cérebro são o xadrez, alguns jogos de baralho e, claro, as famosas palavras cruzadas. Tudo que envolve planejamento estratégico e memória é uma boa ideia. Melhor ainda se você jogar sozinho, sem ajuda de livros e dicas.
5 – Selecione melhor seus amigos
Não é novidade que as pessoas com as quais você se relaciona podem influenciar seus hábitos e suas decisões. Por isso, é sempre bom manter por perto aquele amigo que gosta de ler, que vai bem nos estudos, que tem um bom relacionamento social, que sabe tomar boas decisões e que tem boas conversas. Esse conselho serve para a vida inteira: é sempre bom ter por perto uma pessoa inteligente tanto na questão racional da coisa quanto na emocional também.
De acordo com Saurabh Shah, o seu QI é uma média do QI das cinco pessoas mais próximas de você. Isso só comprova o que falamos no parágrafo anterior: ficar perto de gente esperta faz de você uma pessoa esperta.
6 – Leia muito
Esse é um conselho muito batido e, para alguns, um pouco chato. Ainda assim, é preciso reforçar o poder da leitura, principalmente em tempos de redes sociais, quando passamos mais tempo em contato com conteúdos rasos do que com uma boa narrativa literária, por exemplo.
Cientificamente falando, a leitura tem o poder de dar aquele impulso que seu cérebro precisa de vez em quando, sem falar que é um ótimo exercício para a criatividade também. Você não precisa começar lendo a obra completa de Dostoiévski, mas pode criar o hábito de ler jornal e, quem sabe, aquele livro que faz mais o seu estilo. O importante é ler bastante e sempre. 
7 – Explique coisas para as pessoas
Albert Einstein, o gênio que todo mundo conhece, disse uma vez que “se você não consegue explicar de uma maneira simples, você não entende o assunto bem o suficiente” e, mais uma vez, ele parecia estar certo. Quando você realmente entende um assunto, consegue falar sobre ele com facilidade. Por isso, acostume-se a falar a respeito das coisas que você tem aprendido. Pode ser até para você mesmo, na frente do espelho.
A verdade é que é fácil aprender uma nova informação, mas manter esse conhecimento com você o suficiente para que não apenas você entenda como repasse o que entendeu é o jeito “certo” de aprender.
8 – Coisas novas e aleatórias
Ninguém gosta de rotina, nem mesmo o seu cérebro. Por isso, faça coisas novas e diferentes com frequência. Pode ser que um dia o que você fez hoje seja útil ou, na “pior” das hipóteses, você está criando memórias de novas experiências e isso é sempre bom.
Steve Jobs, por exemplo, fazia aulas de caligrafia quando mais novo, mesmo sem precisar se preocupar com isso. Anos mais tarde, quando se tornou o gênio responsável pela Apple, os conceitos de design que ele havia aprendido foram mais do que úteis.
Se você trabalha com fotografia, tente escrever um pouco também. Se seu interesse maior é a saúde, pratique ioga ou se aventure em uma aula de zumba. Vale tudo: de torneios de pôquer com os amigos a caminhadas em parques desconhecidos aos finais de semana.
9 – Aprenda um novo idioma
Se você tem acesso à internet, já não vale a desculpa de que está sem grana para pagar por aulas de outro idioma. Lógico que ter aulas de uma língua estrangeira com um professor é sempre a melhor opção, mas você pode também aprender sozinho. Com uma boa pesquisa, dá para descobrir sites que ensinam gramática, ortografia, interpretação de texto, expressões idiomáticas e dão dicas de como se aprofundar em outra língua.
É importante saber qualquer língua além do português para se destacar no mercado de trabalho, lógico, mas isso também deixa seu cérebro mais esperto, mais treinado. Já pensou que bacana ouvir aquela música em inglês, francês, espanhol, ou qualquer que seja a língua, e entender o que ela diz? Você pode até aprender alguns idiomas fictícios, se quiser!
10 – Relaxe!
Depois de um dia corrido, de todas as tarefas do trabalho cumpridas, depois de fazer aquela aula de pilates, de começar a ler um novo livro e de aprender um pouco mais sobre o mugido das vacas, relaxe, respire e fique um tempo em silêncio, sem fazer nada, concentrando-se apenas em seu corpo e em sua respiração.
Esses minutos de calma são muito úteis para que seu cérebro assimile tudo o que você fez e para que seu corpo recomponha as energias. Se você é do tipo que vive muito estressado e irritado, experimente fazer um pouco de meditação todos os dias e, com certeza, você vai perceber que a sensação de irritação vai começar a diminuir.

Daiana Geremias, no Megacurioso

sábado, 26 de julho de 2014

3 dicas para ler mais todos os dias


                        Veja como você pode conciliar sua rotina corrida à literatura


É cada vez mais comum na sua vida abandonar hábitos, como ler um bom livro
Vinte e quatro horas não parecem suficientes para dar conta de todas as suas atividades diárias, não é mesmo? E, por isso, torna-se cada vez mais comum na sua vida abandonar algumas atividades que você tanto ama, como ler um bom livro. Pensando nisso, a Universia Brasil reuniu três dicas para que você leia mais, apesar da rotina corrida. Confira-as a seguir:
1 – Se não puder ler, escute
Depois de um longo dia de trabalho é comum você não se sentir motivado para ler um livro ou até você simplesmente não ter tempo para sentar e ler com calma. Por isso, uma boa alternativa são os audiobooks. Seja no carro, no celular ou simplesmente no rádio da sua casa, por meio dos audiobooks, você consegue ouvir a história daquele livro e aproveita-la da mesma forma.
2 – 10 páginas por dia
Se você não é muito fã dos audiobooks, a melhor maneira de ler mais é criar uma rotina regrada de leitura. Estabeleça que você lerá dez páginas todos os dias, por exemplo, e tente cumpri-la. Escolha um número de páginas que sacie sua vontade, mas que também não te sobrecarregue. Assim, você tem o prazer de ler, mas não a dor de cabeça de ficar ainda mais cansado.
3 – Volte aos tempos de criança
Ler em voz alta pode parecer bobo agora que você é mais velho, mas a verdade é que estimula a sua vontade de continuar a leitura. É só você lembrar-se de quando era criança e fazia seus pais lerem a mesma história duas ou três vezes no dia. Por isso, se estiver um pouco desanimado para pegar um livro, tente usar essa técnica. Ela pode te ajudar bastante.


Publicado no Universia Brasil

domingo, 20 de julho de 2014

7 motivos para ler João Ubaldo Ribeiro


1 - Ele ganhou não um, mas dois prêmios Jabuti
O escritor ganhou o prêmio de melhor autor revelação, em 1972, com o romance Sargento Getúlio - segundo romance do autor. O livro é considerado uma obra prima e já foi traduzido para diversos idiomas. Já em 1985, o jornalista foi condecorado na categoria Melhor Romance do Ano, com a obra Viva o povo brasileiro. Apesar de ser baseado em fatos reais da história brasileira, como a ocupação portuguesa, trata-se de uma narrativa com personagens fictícios. Em cada momento da obra, um personagem se destaca e, mesmo sendo de núcleos diferentes, muitos deles interagem entre si.
2 - Ele também ganhou o Prêmio Camões
Não bastassem os dois Jabutis, João Ubaldo faturou o mais importante prêmio da literatura em língua portuguesa. Criado pelos governos do Brasil e de Portugal, a condecoração é atribuída aos autores que tenham contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural da língua portuguesa.
3 - Ele é elogiado pelos elogiados
De Luis Fernando Verissimo, escritor, a Antônio Torres, escritor e membro da Academia Brasileira de Letras, muitos autores reconhecem o talento de João Ubaldo. À GloboNews, Veríssimo disse: "talvez o mais brasileiro dos nossos escritores. Foi herdeiro do Jorge Amado, da baianice".
4 - Ele era irônico e engraçado como poucos
"Jogar ovos, tomates e tortas na cara de autoridades e pomposos variados é comportamento relativamente comum nas democracias mais consolidadas, com exceção da americana, onde o pessoal prefere dar tiro mesmo."
"Descrevo a masturbação feminina em alguns dos meus livros. Mas não sou eu ali masturbando todas elas. Só tem um dedo meu."
"Recebo praticamente um convite por dia para participar de festas literárias. A última que recebi foi de uma cidadezinha perto da minha terra, Itaparica, no interior da Bahia. Não tenho nada contra essas festas, tenho contra minha participação nelas."
"Se alguém chegasse para mim e dissesse que eu não poderia escrever mais, seria insuportável. Agora, já que ninguém me proíbe, não ando com muita pressa. Nem penso nisso."
5- Ele entendia os brasileiros
Assim como Jorge Amado, Graciliano Ramos e Guimarães Rosa, João Ubaldo Ribeiro buscou reinterpretar o Brasil por meio de suas obras. Viva o povo brasileiro, que é considerado um dos mais importantes romances da literatura nacional, volta às origens do Recôncavo Baiano para recriar quase quatro séculos da história do país por meio de múltiplos personagens. Em entrevista ao jornal O Globo, Marcos Vinicios Vilaça, ex-presidente da ABL, ressaltou o conhecimento da realidade do país por parte do escritor: "O João era um artista singular na vida cultural brasileira. Um valorizador da circunstância brasileira. Ele extraía do cenário brasileiro uma história com qualidade narrativa extraordinária. E não se pode pedir nada mais de um grande escritor."
6- Ele transformou em livro o testemunho "caliente" de uma senhora
De acordo com João Ubaldo, A casa dos budas ditosos trata-se de uma história real. A tal de Valentina teria enviado um pacote com a transcrição de várias fitas contando suas peripécias sexuais ao longo da vida, com o intuito de ter sua história contada em um livro. Se é verdade ou apenas uma brincadeira do autor? Perto da riqueza narrativa do livro, isso pouco importa.
7- Ele também era querido pelos gringos
Fora do Brasil, João Ubaldo recebeu prêmios na Alemanha e Suíça (Anna Seghers e Die Blaue Brillenschlang, respectivamente). Além disso, seus livros foram traduzidos em 12 línguas, como o inglês, espanhol, finlandês, francês, hebraico e italiano.

Nathália Bottino, no Brasil Post

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Resultado do Arriá Literário!

Olá meus leitores queridos!


Trago para vocês o resultado do nosso Arraiá Literário. As duas vencedoras da nossa promoção foram as leitoras Claudia Medeiros e Sabrina Caparros. Parabéns, meninas!!! Agora a estante vai ficar recheada.
Beijinss até a próxima!

sábado, 12 de julho de 2014

Ler ou não ler: 20 livros estranhos que você leria só pelo título, ou não

O papel de um bom título em um livro é inegável. Pensando nisso, alguns escritores extrapolam o que é considerado normal para elevar (ou rebaixar) a literatura em um patamar bizarro. Buscando um maior número de leitores, algumas editoras investem nestas obras, digamos, bastante curiosas. Aqui, substituindo o famoso: “julgando pela capa” por “julgando pelo título”, é possível descobrir o que há de mais inusitado no mundo literário. Nesta seleção, o que é broxante se torna algo atraente, despertando a curiosidade do leitor e levantando questões não muito úteis para a maioria das pessoas.
Fica lançado o desafio de encarar estas obras só pelo título.

Mais uma noite besta na cidade de merda, de Nick Flynn.
                                                          1
Como ser feliz embora casado, de Tim LaHaye.
                                                             1
Como assaltar bancos sem violência, de Roderic Knowles.
                                                             1
A síndrome da princesa com cara de bunda, de Michael Carr-Gregg.
                                                    1
Como defecar na floresta, de Kathleen Meyer.
                                                                1
Como se tornar esquizofrênico, de Jhon Modrow.
                                                                1
Todo mundo pode ser legal…Mas ser incrível precisa de prática, de Lorraine Peterson.
                                                                1
Como aumentar o seu Q.I. comendo crianças superdotadas, de Lewis Burke Frumkes.
1
Como falar com os mortos: um guia prático, de Sciens.
1
A arte Zen do peido, de Reepah Gud Wan.
1
Como desaparecer por completo e nunca mais ser encontrado, de Doug Richmond.
1
Como falar sobre livros que você não leu, de Pierre Bayard.
1
As mulheres são humanas?, de Catherine MacKinnon.
1
Como fazer xixi de pé: dicas para garotas descoladas, de Anna Skinner.
1
Como massagear seu gato, de Alice M.Brock.
1
Aprendendo a brincar com testículos de leão, de Melissa Haynes.
1
Como falar gatês: Os princípios essenciais da língua dos gatos, de Alexandra Sellers.
1
Como começar seu próprio país, de Erwin S. Strauss.
1
Caixões: Faça você mesmo, de Dale Power.
1
Como ser um papa, de Piers Marchant.
1


http://homoliteratus.com/20-livros-estranhos-que-voce-leria-pelo-titulo-ou-nao/

quinta-feira, 10 de julho de 2014

14 filmes que você definitivamente não sabia que foram baseados em livros

Assistir Duro de Matar, que é, sem dúvidas, o ápice de filmes de ação dos anos 80, traz à mente mais do que alguns adjetivos fortes: bizarro, stress induzido, visualmente interessante e... literário? É isso mesmo. A produção que transformou Bruce Willis em um verdadeiro herói de ação foi originalmente lançada como um romance chamadoNada Dura para Sempre - Nothing Lasts Forever, no original. Aqui estão 13 outros filmes que você pode não saber, mas foram baseados em livros:

Sexta-Feira Muito Louca (2003)
friday
Freaky Friday foi originalmente publicado como um livro infantil escrito por Mary Rodgers, mas a história vai ainda mais longe do que isso - o livro de 1972 foi potencialmente baseado em uma história semelhante, escrita na década de 1880, com o título Vice-versa.
Rebeldia Indomável (1967)
movie book 2
Rebeldia Indomável foi escrito em 1965 por Don Pearce - a adaptação do livro para o cinema saiu apenas dois anos mais tarde.
Die Hard
die hard
Nada dura para sempre, o livro, foi publicado no final dos anos 70, e parou de ser publicado antes da adaptação para os cinemas ser lançada, quase uma década depois.
A Torradeira Valente (1987)
toaster
The Brave Little Toaster foi um aclamado romance de ficção científica antes de ser transformado em um filme para crianças - ele foi indicado para o Prêmio Hugo e Nebula Award.
A Incrível Jornada (1993)
homeward
A incrível jornada, de 1993, é um remake do filme mudo de 1963 e que foi baseado em um romance de Sheila Burnford.
O Pai da Noiva (1991)
bride
O Pai da Noiva foi antes estrelado por Elizabeth Taylor, em 1950, do que por Steve Martin em 1991. O primeiro filme foi baseado em um romance satírico de 1949 escrito por Edward Streeter.
Horror em Amityville (2005)
movie book 1
A franquia Horror em Amityville não apenas é baseada em um livro apresentado na década de 1970, como o autor alega ter sido inspirado por eventos sobrenaturais que aconteceram na vida real.
Forrest Gump - O Contador de Histórias (1994)
gump
Ainda que repleto de adaptações e pequenas adequações feitas especialmente para o cinema, Forrest Gump foi originalmente lançado como livro, publicação que vendeu ainda mais quando o filme chamou a atenção do público no cinema.
Tubarão (1975)
jaws book
Os direitos do filme Tubarão foram vendidos antes do livro ser publicado, utilizando do hype subsequente para fazer dele um best-seller. De acordo com a BBC, o autor Peter Benchley mais tarde se tornou um defensor dos oceanos, estimulado pela culpa que sentia por perpetuar um estereótipo negativo dos tubarões.
O Planeta dos Macacos (1968)
planet
Escritor francês Pierre Boulle escreveu O Planeta dos Macacos em 1963, cinco anos antes da primeira adaptação da história para os cinemas.
Psicose (1960)
psycho
Robert Bloch escreveu Psicose em 1959, Alfred Hitchcock dirigiu a adaptação de um ano depois.
O Exorcista (1973)
exorcist book
William Peter Blatty escreveu tanto o livro, de 1971, como a adaptação para cinema, em 1973, de O Exorcista.
Herbie - Se Meu Fusca Falasse (1968)
herbie
Gordon Buford escreveu Car, Boy, Girl - em português, Carro, Menino, Menina - em 1961, sete anos antes da primeira adaptação de Herbie para cinema.
Os Pássaros (1963)
birds
"Os Pássaros", foi publicado pela primeira vez em uma coleção de contos chamado The Apple Tree - A Árvore das Maçãs -, em 1952. Quando a adaptação de Hitchcock foi lançado mais de uma década mais tarde, a coleção foi reimpresso como Os Pássaros e Outras Histórias.

Publicado no Brasil Post