domingo, 9 de fevereiro de 2014

Baixe o primeiro capítulo do novo livro de Bruna Vieira

Autora e colunista da CAPRICHO fala sobre A Menina Que Colecionava Borboletas
                      


                       Bruna Vieira está com livro novo! A autora do blog Depoisdosquinze e colunista daCAPRICHO acabou de lançar seu terceiro trabalho como escritora, A Menina Que Colecionava Borboletas, novamente pela Editora Gutenberg.
A Menina Que Colecionava Borboletas traz crônicas e pensamentos de Bruna, que resolveu colocar todas as "borboletas que colecionou dentro do peito" para fora. Mas claro que sobraram algumas, né?


CAPRICHO disponibilizou o primeiro capítulo do livro pra download (só clicar aqui e baixar) e ainda conversou com a Bruna Vieira.
CAPRICHO - De onde veio a inspiração para este novo livro?
Bruna Vieira - No livro falo sobre vários assuntos, mas no geral a inspiração vem das coisas que acontecem ao meu redor. Acho que esse foi o jeito que encontrei de absorver, entender e lidar com as situações mais delicadas, sabe? Vou lá e escrevo sobre. Conversar com a melhor amiga é legal, mas às vezes o que a gente precisa mesmo é se ouvir um pouco. O A Menina Que Colecionava Borboletas reúne esses meus diálogos diários e não mais secretos.
Qual das crônicas do A Menina Que Colecionava Borboletas você mais ama? Dá pra escolher uma?
Uma das minhas crônicas preferidas é a "Corpão". Escrever sobre o amor é uma delícia, meu tema preferido, mas hoje sei que estar em um relacionamento não é tudo. Antes de querer ser feliz com alguém, precisamos estar feliz com nós mesmos. Nesse texto falo sobre padrões de beleza, exposição e insegurança. Temas que ganharam muita força depois das redes sociais e principalmente dos blogs.
Na internet todo mundo quer dar opinião o tempo todo, mas isso não justifica esse ódio e agressão gratuita que vejo no meu feed diariamente. Existe alguém do outro lado da tela e é uma pessoa de verdade com defeitos, qualidades, limitações, traumas e preferências. O filtro do Instagram é o mesmo, mas graças a Deus somos todos completamente diferentes.
É maldade ver uma foto de alguém na rede e achar que isso te dá o direito de deixá-la triste. Isso é coisa de quem tem a vida chata e vazia. Em resumo: do meu corpo e dos meus gostos pessoais cuido eu. Da sua louça suja na pia, você. Pelo menos deveria ser assim, né?
Na descrição do livro diz que você "libertou todas as borboletas que estavam dentro de você". Não sobrou nenhuma mesmo?
Sempre sobra. Aliás, elas é que vão me guiar para os próximos livros e projetos. Usei essa metáfora pra escolher o título porque considero a borboleta um inseto muito bonito e raro. A gente não costuma ver borboletas voando por aí todo dia, né? Pois com os sentimentos realmente sinceros também é assim. Com o tempo e as experiências vividas inevitavelmente vamos criando essa resistência pro amor.
Você disse que a primeira tiragem já acabou e uma segunda está a caminho. O que as meninas estão te falando sobre esse novo livro? A resposta tem sido tão positiva quanto as vendas?
Esse é livro é muito especial pra mim porque ele diz bastante sobre a pessoa que me tornei depois de mudar para São Paulo sozinha. Às vezes é complicado saber se estamos fazendo a coisa certa com a nossa vida, se vale a pena continuar abrindo mão de um monte de coisa para realizar os nossos sonhos, e sem dúvidas, a aceitação do público me motiva e serve como bússola.
Apesar do lançamento oficial ser só no final de semana, algumas leitoras já compraram o livro e enviaram mensagens no Twitter dizendo que leram em menos de um dia e amaram. Isso me deixa tão feliz! É como se elas tivessem lido meu diário. No colégio só as minhas melhores amigas faziam isso.
Quais são seus próximos projetos?
Na Bienal de São Paulo, que acontece em agosto, publicarei a continuação do De Volta Aos Quinze. Antes do final do ano prometo surpreender os leitores com um outro projeto, mas esse eu ainda não posso contar. O blog continua com os posts diários e agora estou me aventurando no Youtube também. Não tem jeito, a internet é a minha casa!
Beijooooo!
Próximos Lançamentos
Rio de Janeiro - dia 16/02, às 16h - Travessa do Shopping Leblon - Av. Afrânio de Melo Franco, 290 - loja 205 A
Brasília - 22/02, às 14h (com bate papo) - Cultura do Shopping Casa Park - Sgcv, 22 - Guará, Brasília - DF
Bruno Dias, no site da Capricho

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

10 Imagens e a incrível arte dos livros em miniatura

Não sei vocês, mas acho muito legal a arte de fazer livros em miniaturas, por isso selecionei 10 imagens encontradas na web com estas maravilhas:
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Eu acho uma relíquia,é raro contemplar uma peça dessa!

Douglas Eralldo, no Listas Literárias

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Desafio - Resultado do desafio Literário!

Olá meninas vim mostrar meu resultado do desafio de férias,5 livros até 5 de fevereiro!
Que infelizmente não deu para cumprir,chato né,mas graças a Deus estive muito ocupada com muitas encomendas com meu blog de artes,cartazes painel enfim para uma escola,não é desculpas é só para justificar!
A começar coloquei;

Trilogia de 50 Tons de Cinza
Cidade de Papel
O teorema Katherine

Infelizmente os de Jonh Green que é de minha sobrinha ela emprestou a pessoa viajou,nem ela mesmo esperava que isso fosse acontecer,e foi mim entregue domingo!

Li;
Cretina Irresistível
50 Tons de Cinza
Cinquenta Tons Mais Escuro
O Maravilhoso e Bom Deus


                                                  Cretina Irresistível



O livro é maravilhoso estava ansiosa para ler,ainda tem mais dois da série sem falar que já saiu o quarto estou louca para ler,estão na fila,vocês vão gostar da história de Chloe e do Ryan e como estão se saindo com um relacionamento sério.

Trilogia 50 Tons de Cinza

 

Eu precisava ler por algumas pessoas que leu só falava do sexo,uns dizia que tinha enredo fiquei curiosa,
confesso que no começo eu cismei,depois procurei entender o enredo da história,trata-se de um cara cheios de problemas e traumas que se sente melhor quando faz sexo.

O Maravilhoso e Bom Deus


Para redimir das leituras anteriores,rsrs foi uma amiga que mim deu como eu queria muito cumprir minha meta ,resolvi incluir na lista.É um livro muito bom conta a história de um homem e suas experiência ,lutas e provações com Deus!

É isso aí espero a compreensão de vocês não mim levem a mal,na próxima vou mim esforçar mais,
breve farei uma resenha de cada um !
Beijinsss!

                                                   



15 curiosidades d’O Pequeno Prícipe e de Antoine De Saint-Exupéry

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O Pequeno Príncipe. O mero mencionar da obra-prima de Antoine de Saint-Exupéry enseja questões interessantíssimas que permeiam seu perspicaz enredo. Não é por menos.Esta é a terceira obra literária mais traduzida em todo o mundo – sendo A Bíblia Sagrada a primeira e a obra O Peregrino, a segunda. Ademais, a obra em voga foi traduzida para mais de 250 idiomas e dialetos, vendendo mais de 140 milhões de cópias ao redor do mundo.
Desde sua primeira publicação, no ano de 1943, a história do principezinho fascinou leitores de todas as faixas etárias e, por conseguinte, conquistou uma renomada posição em âmbito literário. Quão grande é a singularidade desta obra de Saint-Exupéry, o Literatortura não poderia deixar de abordá-la aqui por meio duma lista de curiosidades.
Boa leitura!
VIDA DO AUTOR
#1. Antoine de Saint-Exupéry, assim como o narrador de O Pequeno Príncipe, foi piloto de avião. A bem da verdade, o autor prestou serviço militar para a França – seu país de origem – no início da Segunda Guerra Mundial.
Antoine de Saint-Exupéry
Antoine de Saint-Exupéry
#2. O autor já chegou a fazer alguns pousos no Brasil entre 1928 e 1930. Latécoère – uma empresa francesa para a qual Saint-Exupéry trabalhava – tinha uma base de abastecimento na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Por lá, o autor ficou conhecido como “Zeperri”. Posteriormente, em sua obra Vôo Noturno, o autor cita a cidade de Florianópolis. Atualmente, uma pousada leva o nome abrasileirado do autor: a Pousada Zeperri, localizada na Praia do Campeche – Florianópolis.
#3. No dia 30 de Dezembro de 1935, Saint-Exupéry e o copiloto André Prévot voavam por cima do Deserto do Saara. Na verdade, eles estavam prestes a quebrar o recorde de velocidade numa corrida aérea da qual faziam parte. Por volta das 02:45 da manhã, um imprevisto ocorreu. Por infortúnio, sua aeronave (uma Caudron C-630 Simoun) caiu. Eles milagrosamente sobreviveram. Tendo de lidar com o intenso calor do deserto, os aviadores ficaramdesidratados; viram miragens e tiveram alucinações. No quarto dia, um Beduíno (integrante de grupos árabes que habitam o deserto) os encontrou. Deu-lhes o devido tratamento de reidratação e salvou-lhes a vida.
Daí pode-se entender o porquê de o principezinhoter caído exatamente no Deserto Do Saara.
Saint-Exupéry após a queda no Deserto do Saara
#4. Todas as aquarelas que aparecem em O Pequeno Príncipe foram pintadas pelo próprio autor. Ele estudara, em sua juventude, arquitetura, mas não considerava-se um artista. De modo similar, o narrador do livro alega que
“As pessoas grandes aconselharam-me deixar de lado os desenhos de jibóias abertas ou fechadas, e dedicar-me de preferência à geografia, à história, ao cálculo, à gramática.”.
capítulo I
A OBRA
#5. É o livro mais lido da língua francesa; considerado, na França, comoo melhor livro do século XX.
#6. A despeito da forte relação entre O Pequeno Príncipe e o idioma francês, o livro teve sua primeira publicação nos Estados Unidos, em 1943. Foram lançadas, nessa ocasião, tanto a versão em inglês quanto a em francês.
#7. A obra foi escrita durante um exílio de Saint-Exupéry nos EUA. Em tal contexto, o autor tentava convencê-los a entrar na Segunda Guerra Mundial contra a Alemanha Nazista.
INSPIRAÇÕES PARA PERSONAGENS
#8. É provável que a sábia raposa de O Pequeno Príncipetenha nascido duma experiência real. Em 1928, no norte do Deserto do Saara, enquanto servia o exército francês, Saint-Exupéry encontrou um Feneco – mais conhecido como raposa-do-deserto. O autor chegou a criá-la durante sua estadia local. Ainda neste âmbito, acredita-se que as falas da raposinha muito tem a ver com uma antiga colega de Antoine – Silvia Hamilton Reinhardt, da cidade de Nova Iorque. A famosa frase “Só se vê bem com o coração.” muito provavelmente foi dita por ela.
Fenecos; também conhecidos como “raposas-do-deserto”
Fenecos; também conhecidos como “raposas-do-deserto”
#9. A rosa do principezinho, por sua vez, foi inspirada em Consuelo de Saint-Exupéry: a esposa de Antoine. Ela nasceu em El Salvador – um país conhecido como “A Terra dos Vulcões”, por abrigar muitos destes. Daí pode-se inferir de onde veio a ideia para o pequeno lar do principezinho: o asteroide B-612.
#10. O perigo que as árvores baobás representavam para o lar do principezinho também está relacionado com a realidade. O tal perigo nada mais é senão o que o Nazismo representava para Saint-Exupéry.
#11. A aparência do pequeno príncipe pode ter ligação com a própria aparência de Antoine Saint-Exupéry quando jovem. Isso porque, nessa época, seus amigos e familiares costumavam chamá-lo deRoi-Soleil (Rei do Sol) devido a seus cabelos – até então loiros e encaracolados.
FILOSOFIA
#12. A despeito das características que aproximam a obra da Literatura Infantil (o intercolutor são as crianças; há uma porção de aquarelas ao longo do livro; os parágrafos são curtos e o vocabulário, bastante acessível), O Pequeno Príncipepode também ser considerado literatura filosófica.
#13. O contato direto com a Segunda Guerra Mundial suscitou experiências e ponderações que, a posteriori, foram claramente evidenciadas em sua obra-prima.
#14. O Pequeno Príncipe pode ser considerado um apanhado de parábolas existencialitas. Finda a observação da obra, há de se observar que quase todos os capítulos – pequenos fragmentos da viagem do principezinho – abordam críticas à sociedade do entre-guerras. O autor faz uso, inclusive, de dualidades como vida/morte, amigo/inimigo e sociedade/indivíduo para solidificar as questões que traz à tona.
#15. Dentro do âmbito filosófico, é possível fazer analogias entre postulados de grandes existencialistas e enredo/trechos da obra em questão. Observe:
A) SørenKierkegaard começou a investigar o significado do que era “ser um ser humano” olhando-o como indivíduo autônomo, e não como parte dum grande sistema filosófico (como fizera Hegel). Ele alegou que a vida humana é determinada por escolhas livres e subjetivas. A liberdade total de escolha implica, todavia, um sentimento de angústica e apreensão naquele que está por decidir algo. Deste modo, Kierkegaard forneceu o sustentáculo para a escola existencialista.
Jean-Paul Sartre, dando continuidade às ideias existencialistas de Kierkegaard, alegou que “a existência humana precede sua essência; seu propósito”. Com isso, Sartre queria dizer que o homem não nasce com um propósito pré-determinado; não é feito para qualquer finalidade específica.Por conseguinte, o ser humano há de criar seus próprios propósitos; tornar-se aquilo que faz de si; definir a si mesmo.
O filósofo existencialista Jean-Paul Sartre
Esta liberdade inerente às escolhas subjetivas, entretanto, motiva o crescimento duma angústia ou apreensão interna. Afinal, após uma escolha pessoal vem sua respectiva consequência.
Pontos estes parecem ser trabalhados com uma profunda simplicidade por Antoine de Saint-Exupéry. A autonomia da ação (liberdade) e suas consequências são evidenciadas, por exemplo, no ato de partida do principezinho pelos planetas afora, em cortar as árvores baobás de seu planeta ou em escolher regar sua flor.
A fim de proteger sua rosa de bichos e do vento, o Pequeno Príncipe a preservava dentro duma redoma de proteção.
“– Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.”
capítulo XXI
B) Durante sua viagem interplanetária, o principezinho tenta “[...]procurar uma ocupação e se instruir”. Mesmo sabendo que tal processo seria subjetivo, ele entra em contato e dialoga com habitantes de outros planetóides. De maneira similar, o existencialista Karl Jaspers alega que é necessário que o homem descubra sua “verdade” por meio de seus próprios esforços. Não obstante, ressalva que essa busca pela verdade há de ser realizada com todos os “companheiros de pensamento”.
Por fim, vale salientar que, de modo geral, a relação existencialismo/crítica social ganha destaque ao passo que o autor vai evidenciando as ações subjetivasdas “pessoas grandes”. Como diria Sartre, tais decisões definem a vida de quem as toma .
Confira os trechos que isso demonstram:
“E eu corro o risco de ficar como as pessoas grandes, que só se interessam por números.”
capítulo IV
“Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. [...] Mas eu era jovem demais para saber amá-la.”. capítulo VIII
O planeta do bêbado
“Bebo para esquecer que tenho vergonha de beber”.
capítulo XII
“É útil para os meus vulcões, é útil para a minha flor que eu os possua. Mas tu não és útil para as estrelas…”.
capítulo XIII
“– Onde estão os homens? A gente está um pouco sozinho no deserto.”
“– Entre os homens também.”.
capítulo XVII
“– Os homens? [...]não se pode nunca saber onde se encontram. O vento os leva. Eles não têm raízes. Eles não gostam de raízes.”.
capítulo XVIII
O principezinho e a raposa.
“– A gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos.”
capítulo XXI

http://literatortura.com/2014/02/15-curiosidades-relacionadas-antoine-de-saint-exupery-e-sua-obra-prima-o-pequeno-principe/

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Concurso Cultural "O Item Perfeito" - Participe!‏

Olá meus queridos trago uma postagem da minha querida parceira Carina ,entrem no site e confira o regulamento da promoção!
"A Saga em Busca do Item Perfeito", resumindo:
Clique na imagem para ser direcionado ao blog.
O objetivo é achar o item perfeito! Escolher e votar no item mais perfeito, expostos através de fotos, que seguem a palavra divulgada no mês.
O funcionamento do concurso é simples, terça-feira irá virar "terça do item perfeito"! E cada semana terá um objetivo:
• 1ª terça-feira do mês: será divulgado uma palavra, vocês devem mandar fotos, de acordo com o item sugerido (que pode ser um objeto, um animal, uma paisagem, etc), para o emailoitemperfeito@carinapilar.com, junto com o seu nome.
• 2ª terça-feira do mês: as 3 melhores fotos recebidas serão postadas no blog e a votação será iniciada, em busca do item perfeito!
• 3ª terça-feira do mês: serão divulgados os resultados parciais da votação. Veremos quem está no páreo!
• 4ª terça-feira do mês: será divulgado qual foi a foto mais votada, que ganhará o concurso! E o leitor que a enviou levará o prêmio!
E assim definiremos o item perfeito do mês!
Para esta primeira edição a palavra escolhida é:
E assim está lançado o desafio! Enviem suas fotos com o mais beloPôr ou Nascer do Sol para oitemperfeito@carinapilar.com! Semana que vem, as 3 melhores entrarão em votação! Depois é sótorcer, divulgar para os seus amigos votarem na sua foto, e levar oprêmio! Fácil, não?
Ah, o prêmio! Neste mês, o vencedor do Prêmio "Item Perfeito"ganhará outro item perfeito, o livro "As Aventuras de Pi", como detalho abaixo:
"Um dos romances mais importantes do século, As aventuras de Pi é uma narrativa singular de Yann Martel que se tornou um grande best-seller. O livro narra a trajetória do jovem Pi Patel, um garoto cuja vida é revirada quando seu pai, dono de um zoológico na Índia, decide embarcar em um navio rumo ao Canadá. Durante a viagem, um trágico naufrágio deixa o menino à deriva em um bote, na companhia insólita de um tigre-de-bengala, um orangotango, uma zebra e uma hiena. A luta de Pi pela sobrevivência ao lado de animais perigosos e sobre um imenso oceano é de uma força poucas vezes vista na literatura mundial."

Participe! Divulgue! E ganhe!

Fotógrafo dá vida a obras literárias

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A leitura tem o poder de transportar as pessoas para dentro da história e, às vezes, até parecem que os personagens ganham vida. É mais ou menos isso que faz o fotógrafo Terry Border, mas de uma forma literal.
O artista criou algumas formas em cada um dos livros usados, sempre representando algo importante em cada uma das histórias. Ele usa alguns arames e brochuras que são encontradas em sebos.
Border afirma que, apesar de algumas pessoas acharem errado fazer qualquer coisa com um livro que não seja ler é moralmente errado, ele tenta apenas fazer das publicações algo que nunca havia sido feito.
São diversos os livros que já tiveram essa arte feita. Desde 1984, de George Orwell, até quadrinhos do Quarteto Fantástico. Clique neste link para ver mais do trabalho feito pelo fotógrafo.
Imagem: TERRY BORDER
Imagem: TERRY BORDER
Imagem: TERRY BORDER
Imagem: TERRY BORDER
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Imagem: TERRY BORDER
Imagem: TERRY BORDER
Imagem: TERRY BORDER
Imagem: TERRY BORDER
Imagem: TERRY BORDER
Imagem: TERRY BORDER
Imagem: TERRY BORDER
dica do Jarbas Aragão

http://blogs.pop.com.br/nerd-e-geek/fotografo-da-vida-a-obras-literarias/

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Desvende os fatos históricos de A Menina Que Roubava Livros‏

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Lançado nesta sexta-feira (31), o filme A Menina Que Roubava Livros tem como pano de fundo as tragédias ocorridas na Segunda Guerra Mundial. Desvende esses fatos históricos
A Menina Que Roubava Livros, filme inspirado na obra de mesmo nome do escritorMarkus Zusak, estreou nesta sexta-feira (31) e já é tido como um dos longas mais esperados do ano. O filme indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora tem como pano de fundo as tragédias reais ocorridas durante a Segunda Guerra Mundial e o evento chamado de Holocausto.
O segundo livro que Liesel, personagem principal da trama, rouba em sua vida é uma obra que escapou da fogueira de livros feita pelos oficiais nazistas na cidade de Molching. Essas queimadas aconteciam devido ao pensamento que de toda expressão artística de judeus e poloneses não caracterizava a alta intelectualidade da faça ariana (vista como superior pela ideologia nazista). Essa explicação fica evidente no discurso do prefeito, que afirma que as crianças alemãs devem ficar longe desse tipo de literatura se querem se tornar inteligentes.
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Liesel também assiste à passagem dos judeus por sua cidade. Esse tipo de evento, conhecido como desfile, era comum nas cidades da Alemanha. Guiados para oscampos de concentração, as vítimas do holocausto eram maltratadas e obrigadas a caminhar por longas distâncias sem alimento ou água. É em uma dessas passagens que Liesel é empurrada e machucada por um oficial nazista ao se misturar com os judeus.
Já Rudy, o menino do cabelo cor de limão que sustenta um amor intenso e inocente pela menina que roubava livros, faz parte da Juventude Hitlerista, organização criada para disseminar o pensamento nazista pelos jovens alemães. Disputas de corrida e que colocassem a força física à prova eram comuns para identificar possíveis “talentos” que fariam parte do exército alemão. É em uma dessas competições que Rudy é identificado como uma criança rápida e ágil.
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Outra coisa bastante comum durante o Holocausto é a punição (ou até mesmo perseguição) de alemães que não faziam parte do Partido Nazista. O pai adotivo de Liesel, Hans, recusava-se a participar do partido e, ao confrontar um oficial, foi chamado para a guerra. Existia uma tolerância muito baixa para aqueles que não se declaravam leais aos ideais de Hitler.
Por fim, o preconceito e maus tratos aos judeus são retratados em diversas passagens do filme. A destruição de estabelecimentos administrados por judeus caracterizava o começo do que seria o maior assassinato em massa da história. O filme, uma adaptação fiel e extremamente bem feita da obra de Zusak, é capaz de fazer o espectador se emocionar e refletir sobre o que o ser humano é capaz de fazer